Emoções

Percebemos que alguns temas são bastante recorrentes em nossos grupos, e resolvemos enviar alguns conteúdos por aqui, que podem te ajudar a viver melhor. Um tema de grande interesse são as nossas emoções.

Você já parou para pensar como é a sua relação com as suas emoções?

Nos cursos que eu dou, toda vez que eu pergunto se aquele fosse um curso para se livrar definitivamente da ansiedade ou da raiva, se esse seria o curso certo para eles, mais de 90% das pessoas dizem que sim.

O que a maioria não sabe é que se existir um curso para isso, devemos fugir correndo dele.  Mas é aí que a conta não fecha, porque experimentar essas emoções pode ser bastante desagradável, ao mesmo tempo que se livrar delas nos coloca em grande risco de extinção como espécie, pois as emoções direcionam o nosso comportamento. Então, o que fazer?

Primeiro, vamos entender para que servem as nossas emoções e depois porque temos tanta dificuldade com elas.

As emoções têm um papel evolutivo muito importante, pois permitem a ativação de uma fisiologia específica e uma rápida ativação do nosso sistema límbico, bem como várias outras estruturas cerebrais que fazem com que tenhamos um comportamento instintivo em situações de necessidade. Elas podem ser divididas em emoções básicas e complexas. As emoções básicas são o medo, a raiva, o nojo, a alegria e a tristeza. Já as complexas são as variações das básicas ou combinações entre elas.

As emoções básicas ativam estruturas cerebrais muito antigas, de aproximadamente 120 milhões de anos na nossa escala evolutiva, ou seja, bem antes da nossa espécie existir.

 

 

 

 

 

 

Vamos entender para que cada uma delas serve:

Medo (a ansiedade está aqui dentro): Tem a função de defesa, de não nos deixar aproximar do que pode ser um perigo. Ele direciona nosso comportamento de fuga, esquiva ou paralisação. Em nós humanos também começamos a pensar e planejar quais ações são possíveis em vista do perigo, por isso às vezes sofremos tanto mesmo antes do evento temido acontecer. e às vezes ele nem acontece…

Raiva: Serve para nos preparar para a luta ou defesa. Cortisol e adrenalina são liberados em nosso corpo, nossos braços e parte superior do corpo se ativam para termos a habilidade de lutar ou remover obstáculos.

Nojo: Ajuda a nos manter afastados do que pode ser um perigo para nós, ou nos intoxicar, por exemplo. O nosso rosto se encolhe para que possíveis partículas perigosas não entrem pelo nosso nariz ou boca e muitas vezes temos náusea, para que não comamos ou até mesmo expulsemos do corpo um algo possivelmente tóxico.

Tristeza: Favorece uma expressão facial e corporal que informa aos nossos pares que precisamos de ajuda ou aconchego, fazendo com que as pessoas se aproximem de nós.

Alegria: Promove a expansão do peito, uma feição e comportamento contagiantes que contribuem para que as pessoas queiram se aproximar de nós e estar em nossa companhia. Pensando evolutivamente, nos faz ser bem aceitos no “bando” e parte daquela comunidade.

É por causa das funções tão importantes que as emoções têm que eu disse que não devemos nos livrar delas. Se nos livrássemos delas, provavelmente não conseguiríamos nos adaptar socialmente, nos proteger ou lutar pelo que é importante para nós.

Felizmente, não somos seres somente emocionais, temos uma parte muito bem desenvolvida em nosso cérebro, o neocórtex que permite habilidades incríveis que podem nos ajudar a lidar com elas. Eu sei que nos parece mais fácil a gente tentar se livrar delas, mas estaríamos sendo injustos com essa nossa máquina humana tão perfeita. É como se hoje optássemos trocar a internet pelas cartas manuscritas, enviadas por navio. O que precisamos fazer é aprender a reconhecer, integrar nossas emoções com as outras habilidades do nosso cérebro e aprender uma melhor relação com elas.

Mas essas são cenas dos próximos capítulos. Fique ligado nos nossos e-mails que em breve te conto mais sobre as nossas emoções.

Seguimos juntos.

Um abraço com carinho.

*Ah, deixo aqui um site bem legal pra vocês se divertirem que tem o atlas das emoções, dá para ver as diferentes variações das emoções a partir das nossas emoções básicas. Infelizmente ele está somente em inglês, espero que curtam:

CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS
Como lidar com as barreiras e incorporar um hábito de meditação

Como lidar com as barreiras e incorporar um hábito de meditação

É muito natural experimentar dificuldades ao tentar incorporar um hábito novo, mesmo quando você quer e sabe que a prática lhe fará bem. Sabemos que a disciplina é importante, mas será que ela é suficiente?

Acredito que não… porque se fosse tão simples, você teria conseguido colocar em prática tudo aquilo que em algum momento desejou na vida: dieta, exercício físico, meditação, enfim todas aquelas metas que colocamos para nós.

Aqui vão algumas dicas que podem te ajudar nesse processo:

1) Escolha previamente o momento do dia

Como a nossa rotina é muito agitada, sempre temos muitas coisas pendentes, a fazer, se deixarmos para fazer a prática quando der tempo, dificilmente dará tempo.

Parece simples, mas se você definir antes o horário de fazer a prática, é uma decisão a menos que terá que tomar nessa direção e será mais fácil de se lembrar que aquele é um momento separado para isso.

2) Procure fazer a prática em um mesmo local

Seguindo o raciocínio da dica anterior, se você escolher um horário e um local antes, você terá mais chance de se lembrar quando passar por aquele local.

Da mesma forma que você tem uma rotina e pode ter se acostumado de se senta à mesa para comer, sente-se no horário e local escolhidos diariamente para a sua prática, ainda que você não possa fazer a prática naquele dia. Isso ajudará a condicionar o seu cérebro de que aquele horário e local são de sua prática e você terá menos chance de passar o dia sem se lembrar de praticar.

3) Estabeleça lembretes

Experimente lembretes de pausa ao longo do dia. Você pode usar os alarmes do celular, deixar post its com frases para si, ou criar rotinas de pausar em locais e/ou momentos específicos ao longo do dia. Por exemplo, ao se sentar na mesa de trabalho, ao se deitar na cama, ao dar a primeira garfada da sua refeição ou fazer uma respiração consciente a cada mudança de ambiente.

Veja o que pode te ajudar em sua rotina e faça testes, investigue como isso pode te ajudar a estar mais presente ao longo do seu dia.

4) Converse com pessoas que também estão nesse processo

Quando experimentamos dificuldades ao tentar incorporar um hábito, pensamos que só nós não conseguimos, ainda mais quando somos constantemente expostos aos êxitos de outras pessoas.

O que a gente não sabe é que tem muitas outras pessoas na mesma situação, por isso, se você conhece alguém que também está tentando meditar diariamente, troque ideias. Conversando com pessoas com ideias e interesses em comum, você pode ter ideias de como as pessoas estão fazendo, o que tem dado certo pra elas e quais as barreiras elas também estão experimentando.

5) Estabeleça uma intenção 

Apesar de ter vindo por último, estabelecer uma intenção é super importante. Quando não sabemos por que estamos nos dedicando a um hábito novo ou não vemos como ele pode nos ajudar, é difícil manter a disciplina.

Então pergunte a si mesmo: “Por que eu quero me dedicar a isso?” ou “Se essa prática pudesse me ajudar em algo, o que eu gostaria que acontecesse?”

Sabendo a intenção de porque praticar, você pode definir que passos quer dar ao longo do dia que te levarão nessa direção.

Fazendo isso, a prática deixa de ser uma carga, ou mais uma coisa que deve fazer, e passa a ser uma escolha para te levar na direção do que é importante para você.

Além disso, definindo uma intenção, a sua atenção ficará mais alerta para as oportunidades de estar mais presente no seu dia. É como ter um caminho em mente antes de dirigir, sua atenção estará mais inclinada a ir na direção que você pensou antes.

Espero que essas dicas tenham sido úteis, experimente colocar em prática e ver o que acontece!

 

Meditação da bondade amorosa: prática melhora a autoestima e a compaixão

Meditação da bondade amorosa: prática melhora a autoestima e a compaixão

Existem inúmeras vantagens em incluir a meditação na rotina diária: diminuição de stress e ansiedade, melhora na concentração, controle de impulsos emocionais… Se, além desses benefícios, você também quer desenvolver mais compaixão com você mesma e, de quebra, com o outro, temos a prática ideal. A meditação da bondade amorosa promove a empatia e torna mais fácil a convivência até com aquele colega de trabalho irritante, sabia?

Veja também: Alto Giro e Helena Schargel lançam coleção fitness para mulheres com mais de 60 anos

O exercício, que integra o programa de alguns cursos de mindfulness, estimula o praticante a desenvolver seu desejo de bem-estar interno, mas também a pensar naqueles ao seu redor. “Ao fazer a meditação da bondade amorosa, você tira alguns minutos para cultivar sentimentos felizes para todos. Assim, pratica o amor próprio e também o amor direcionado aos outros”, explica Viviam Vargas, do Centro Paulista de Mindfulness. Além de melhorar sua relação com as pessoas ao seu redor (sim, fica mais fácil aturar o chefe que pega no seu pé ou aquele familiar desagradável), a prática diminui o isolamento social, aumentando a sensação de propósito de vida e felicidade.

Como começar a praticar

Uma outra grande vantagem da meditação da bondade amorosa é que ela é fácil de ser praticada – basta você tirar alguns minutos do seu dia para mentalizar bons votos para si e para os outros. “Fique alguns minutos em silêncio, com pensamentos como ‘que eu seja feliz’, ‘que eu fique em paz’, ‘que eu não sofra’”, ensina Viviam. Se a intenção é cultivar a compaixão com o outro, basta mudar o sujeito para quem essa frase é direcionada – “que essa pessoa seja feliz”…

Veja também: Como começar a praticar mindfulness hoje mesmo

Você também pode fazer uma prática mais ativa, procurando direcionar essas “good vibes” para pessoas queridas ou difíceis de lidar durante seu dia – difícil, a gente sabe, mas não custa tentar. “Ao cruzar com uma delas, na mesma hora procure mentalizar frases como ‘essa pessoa, assim como eu, quer ser feliz e não sofrer’”. aconselha Viviam. Cultivar esse tipo de pensamento nos livra de julgamentos sobre os outros e, consequentemente, sobre nós mesmos. Bora tentar!

 

Autoaceitação faz bem

Autoaceitação faz bem

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Autoaceitação faz bem

Não que a autocrítica seja destrutiva em si, o excesso é que faz mal. “Quando exagerada, em vez de potencializar as capacidades do indivíduo, ela o limita”, explica a psicóloga Marcia Epstein, professora do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo. Em contrapartida, a teoria de Henkels sugere a autoaceitação. E a ciência já comprovou, aliás, que isso surte mais efeito quando o assunto é crescimento pessoal. Uma pesquisa da Universidade Carnegie-Mellon, dos Estados Unidos, publicada este ano na revista científica Proceedings of the National Academy of Science, mostrou que um aplicativo de meditação que incentivou a aceitação como parte da prática reduziu o impacto do estresse nos que incentivou a aceitação como parte da prática reduziu o impacto do estresse nos participantes do estudo.

De acordo com o psicólogo Antonio Carlos Amador Pereira, professor da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), as cobranças demasiadas são resultado de nossas interações com o meio nos diferentes círculos sociais: família, escola, trabalho… “Todos eles dialogam entre si, isto é, são influenciados uns pelos outros”, afirma. E o que em algumas culturas pode ser um problema, segundo o professor, em outras, é visto como qualidade. “Por aqui, é comum a gente se tocar ao cumprimentar as pessoas.

P – A autocrítica é necessária para o nosso crescimento pessoal? Por quê?
R – A palavra “crítica” vem do Grego κριτική (kritikí), que significa “a capacidade de fazer julgamentos”. A autocrítica refere-se à capacidade de avaliar os prós e contras das próprias crenças, pensamentos, ações, comportamentos ou resultados.
Entretanto há um problema na autocrítica, que é o seu uso excessivo. Nesse caso, em vez de potencializar as capacidades do indivíduo, acontece o contrário, a exagerada autocrítica o limita e prejudica.
Quando é usada como forma ou ferramenta de aprendizagem, pode ser muito útil e contribuir para o nosso crescimento pessoal e/ou profissional.

P – Quando ela ultrapassa os limites e passa a nos prejudicar, em vez de ajudar?
R – Sabe quando você ouve uma vozinha tagarelando em sua cabeça com um monte de julgamentos? “Você não é bom o suficiente”, “Você é preguiçoso”, ou até mesmo “Você é um idiota”. Há pessoas que utilizam a autocrítica de forma quase patológica, julgando-se e culpando-se por todas as coisas que acontecem, além de considerar imperdoáveis quase todas as atitudes e erros. Nesse caso, a autocrítica acaba funcionando como uma voz interior negativa, que culpa você por todas as ações que não deram certo.
Esse excesso de autojulgamento com que nos torturamos não nos protege contra erros, dor ou rejeição futuros. Na verdade, esse comportamento nos deixa esgotados e drenados, infelizes e com dúvidas acerca de nossas capacidades.

P – Por que é importante a gente se aceitar do jeito que é?
R -Aceitar-se significa simplesmente “ver as coisas como elas são” nesse momento e acolhe-las com gentileza. Também implica que as coisas e as pessoas não são fixas, estão em processo de mudança, e o que acontece com elas depende de causas e condições externas e internas. Então, eu diria “aceitar-se do jeito que a gente está” em vez de “do jeito que a gente é”, pois não somos seres fixos. Neste momento, a minha situação (comportamento, julgamento, entendimento) é assim. Quando você não aceita isso, pode querer reprimir, disfarçar, distrair-se desse fato de mil maneiras, e isso só retarda a mudança que, no fundo, você mesmo deseja. Mas essa mudança vem a partir do autoconhecimento e autoaceitação.

P – Mas aceitar não quer dizer se acomodar, certo?
R – Aceitar-se não significa resignação ou acomodação. Nesse caso, distingo entre a autocrítica construtiva (como uma ferramenta de autoconhecimento e crescimento) e a autocrítica excessiva e patológica (como padrão de comportamento). A pesquisa em Psicologia mostra que a autocrítica é uma característica central de múltiplos transtornos de humor e ansiedade, e pode persistir mesmo após tratamento, e constituir um fator de vulnerabilidade para recaída.
Já a autocrítica construtiva requer flexibilidade de mente, porque pressupõe que uma pessoa é capaz de questionar seu próprio comportamento e pensamento, em vez de acreditar que ele “naturalmente” é como é, ou que “nunca pode estar errado”. Estamos ativamente e humildemente procurando reconhecer e aceitar objeções contra nosso próprio comportamento, dispostos a aceitar que podemos estar errados, mas com uma atitude interna de gentileza e uma vontade de crescer e melhorar, o que é muito saudável.

P – O entendimento do que está certo e do que está errado com a gente é influenciado pelo ambiente e pelas pessoas que nos cercam?
R – Desde a infância, algumas pessoas são cobradas para atingirem resultados ótimos e perfeitos, devido, principalmente, a um ambiente familiar ou social muito exigente. Na verdade, a relação familiar é uma das que mais contribui para a formação de pessoas com autocrítica excessiva. Pais perfeccionistas, que a todo o momento apontam as falhas dos filhos, seja com críticas ou falta de reconhecimento de seu potencial, sem mostrar às crianças que estão sendo criticadas devido a determinado comportamento (e não por serem quem são), podem criar grandes estragos na personalidade infantil. A criança acaba introjetando essa atitude excessivamente crítica em relação a si mesma à medida que cresce.

P – Qual a relação entre compaixão e mindfulness? Como ambos podem nos ajudar nesse contexto?
R – Mindfulness ou atenção plena, segundo Jon Kabat-Zinn*, significa prestar atenção de um jeito particular: de propósito, no momento presente e sem julgamento. Implica também uma qualidade de gentileza e bondade. Ou seja, mindfulness não é só prestar atenção ao que está acontecendo, mas é também ter compaixão e, adotar uma atitude de não julgamento consigo mesmo e suas experiências.
No contexto do presente artigo, o oposto de ser autocrítico é praticar a autocompaixão. Segundo a pesquisadora de autocompaixão Kristin Neff, as pessoas que são compassivas consigo mesmas são muito mais propensas a serem resilientes, felizes e otimistas em relação ao futuro. Em seu livro**, Neff escreveu: “Ser autocompassivo significa que, quer você vença ou perca, supere suas expectativas altíssimas ou fracasse, ainda assim você acolhe a si mesmo(a) com a mesma gentileza e simpatia como faria em relação a um bom amigo.”

A autora nos desafia:

“Que tal nos sentirmos bem com nós mesmos, sem a necessidade de sermos melhores do que os outros, evitando o narcisismo/autocrítica excessiva?

A autocompaixão implica gentileza em relação a nós mesmos, quando a vida dá errado ou notamos algo sobre nós que não gostamos, em vez de sermos frios ou severamente autocríticos. Implica o reconhecimento de que a condição humana é imperfeita; assim, nos sentimos conectados aos outros quando falhamos ou sofremos, em vez de nos sentirmos separados ou isolados.”
Mas o que a autocompaixão realmente significa? De acordo com Kristin Neff, cultivar a autocompaixão envolve três áreas:

– Autogentileza: cuidar e compreender a nós mesmos na dor e no sofrimento.
– Mindfulness: adotar uma abordagem equilibrada em relação aos nossos sentimentos, sem tentar reprimi-los, ignorá-los ou negá-los.
– Uma percepção de humanidade comum: reconhecer que cometer erros, sentir dor e sofrer fazem parte da experiência humana.

Essas três áreas podem ser desenvolvidas e aprimoradas com a prática e ao longo do tempo.

*Viver a Catástrofe Total, Jon Kabat-Zinn, Editora Palas Athena, SP
** Self-Compassion: Stop Beating Yourself Up and Leave Insecurity Behind, Kristin Neff

Autora: Marcia Epstein
Psicóloga, tradutora, mestre em Linguística e Semiótica (USP), multiplicadora de Práticas Meditativas (Associação Palas Athena). Instrutora de Mindfulness. Coordenadora e docente do Curso de Expansão Mindfulness e Compaixão (Instituto Sedes Sapientiae). Atua com grupos de meditação e saúde desde 2007 na região de Campinas e São Paulo.

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Como parar de se julgar o tempo todo

Como parar de se julgar o tempo todo

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Como parar de se julgar o tempo todo

Atenção pura, com bondade e sem julgamento, é a forma mais elevada de amor por você. Observe de maneira atenta e amorosa o jeito que você se trata.
Esta é uma prática para você reconhecer a sua relação consigo mesmo e escolher não se julgar e avaliar o tempo todo, e simplesmente se aceitar, de coração aberto! O caminho oposto você já conhece, que tal experimentar algo novo?

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